quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Falando de Amigos e de Vinhos

Já dizia Cícero, que “os vinhos são como os homens: com o tempo, os maus azedam e os bons apuram." E eu concordo. Eu não vivo sem meus amigos nem sem meus vinhos. Existem pessoas que conhecemos que quanto mais conhecemos, mas gostamos delas. É um processo que leva tempo.Henri Helving, famoso fotógrafo Francês  disse uma vez que  “é preciso saber que o vinho tem uma infância, quando é criminoso bebê-lo, uma idade madura mais ou menos longa, onde é bom ser bebido, e uma velhice, mais ou menos feliz, onde é imperativo que se o beba antes que ele morra." Assim também é a verdadeira amizade. Ela nasce, se desenvolve e finalmente se consolida, momento a partir do qual não existe nada que a destrua. Machiavelli já dizia que as “amizades que se adquirem com dinheiro, e não por grandeza e nobreza de caráter, merecem que se prove seu efeito, na necessidade não se pode utilizá-las. Pois os homens hesitam menos em ofender a um homem que se faz amar que a um homem que se faz temer; porque o amor se mantém por um vínculo de obrigações que, já que os homens são pérfidos é rompido quando se ofereça ocasião de proveito particular; mas o temor se mantém por um receio de castigo, que não se abandona jamais””. Por isso os verdadeiros amigos são raros, pois nunca buscam proveito particular.

Falando em vinhos, presenteando-me com um tinto seco, você terá a certeza de não errar nunca. Pode ser um Concha Y Toro (Chileno), Terrazas de los Andes-MALBEC (Argentino) , Casillero del Diablo (Chileno) ou algum da Serra Gaúcha, que não deixam a desejar a a nenhum outro vinho. Mas ainda quero experimentar um Cordier Medoc (Francês) .

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