sábado, 30 de maio de 2020

Tornare a scuola

 Passaram-se 53 anos de vida ... e quem diria depois de tanto tempo eu retornaria aos bancos escolares.

Foi preciso perder o emprego para tomar esta decisão. Depois de 19 anos morando na Bahia, sem fazer praticamente nenhum curso de especialização, retorna às fileiras dos bancos escolares para novamente polir minha pedra bruta. Eternos Aprendizes, penso que demorei tempo demais para isso.

Sou o mais velho da turma, isso me faz sentir bem, quando falamos da economia do passado, anos 90, Plano Collor.. eles não viveram aquilo, não sabem de nada, não sabem o que era uma hiper-inflação, receber o salário hoje e correr para fazer compras pois amanhã o dinheiro já valia menos que hoje....

não sabem o que é ter que garantir um preço em dólar de um produto para um americano ou um alemão, sabendo que a inflação mensal girava em torno de 80%.

não sabem o que é um confisco, ver todo dinheiro que você tinha no banco ser transferido para a conta do governo Federal, sem prévia autorização sua. O desespero de não ter mais nada, os suicídios que aconteceram aos milhares, as renegociações de dívida causadas por isso...

não sabem o que é uma "tablita", planilha para calcular o deságio de uma conta em seu vencimento;

não sabem o que era uma contabilidade feita na máquina de escrever, período o qual recém começava-se a descobrir as plan ilhas em Lótus... Excel ninguém nem sabia que um dia iria existir.

não sabem a maravilha que era poder utilizar um computador 286, 386 e depois um 486, que permitia você gerar informações em ritmo acelerado... enquanto hoje se falam em Terabytes, que diferença.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Cidadania italiana, um sonho

1993. Ano em que obtive a minha cidadania italiana. E desde então me acompanhou este documento, muito bem guardado e protegido. Nada difícil para um Contador que sofre de TOC de organização.... tudo muito bem organizado.

Parafraseando  Raul Seixas em seu Plunct plact zoom : "tem que ser planilhado, organizado, estruturado e bem elaborado se quiser preservar" .........no caso dele a música dizia: "tem que ser selado, registrado, carimbado, avaliado, rotulado... se quiser voar..."

Mas, musicas a parte, o que eu quero dizer vem complementar um pouco o que escrevi anteriormente sobre os 25 anos que a gente fica esperando por alguma coisa. Neste caso são 27 anos aguardando para emitir o Passaporto e viajar para a Italia.

Já viajei para os EUA: New York, Miami, Disney... e Europa : Espanha : Barcelona e Portugal: Albufeira, Lisboa, Fátima... enfim, já dei meus pulos... mas passaram 27 anos para eu iniciar os preparativos do meu sonho maior, que é conhecer a terra de meus bisavós, na minha querida Itália. Claro que a COVID-19 atrapalhou o planejamento para este ano de 2020, mas tenho muita fé que poderei em 2021 fazer este passeio tão esperado por lá.

Que assim Deus permita.

E una vita è troppo piccola per scrivere tutto ciò che voglio

Como cita o texto da postagem, "uma vida é muito pouco para escrever tudo que desejo"... Eu complementaria que também é muito pouco tempo para vivermos tudo que queremos.

Porque nossos 18 anos ficamos (normalmente) estudando, são poucos que escapam desta premissa. Depois nos dedicamos ao desenvolvimento de nossas relações pessoais, aos nossos trabalhos... E como humanos que somos, queremos aparecer (para os outros), queremos ser (para os outros)... E assim nos esquecemos de viver... pois precisamos produzir...

E os anos passam, as oportunidades se vão, nossos erros se acumulam... Mas o tempo é inexorável, não volta atrás... Podemos então apenas desejar que os próximos anos que virão sejam melhores que aqueles que já vivemos até então. 

Você poderá levar 25 anos para voltar para um local que visitou quando jovem; poderá levar também 25 anos para realizar um desejo; poderá levar 25 anos e nenhum sonho realizar.. mas aí seria muito triste não?

E poderemos levar ainda toda uma vida para rever alguém que gostamos no passado.. ou nunca mais revê-la. O tempo é nosso maior concorrente. E ele sempre vence. Por isso cada momento é importante.

Separe sua vida em ciclos de 15 anos e analise-os. Você se surpreenderá com o quão pouco conseguiu realizar e o quão pouco conseguiu ter momentos efetivamente felizes. E não porque você não tenha desejado estes momentos de realização e felicidade, mas porque "o outrem" sempre lhe impediu, sempre houve alguma que te fez atrasar, postergar ou desistir de sua vida.
Infelizmente.   

terça-feira, 26 de maio de 2020

Invisivel... mas não intangível

Invisível... mas não intangível. Quando somos um e quando somos outro?
Eu incluiria também o inatingível nesta análise.

Em algum momento de nossas vidas somos invisíveis. Porque os outros assim  nos tornam.

Inatingíveis não são poucas as vezes que o somos.

Intangíveis.. só quando queremos nos tornar intocáveis... n´algum momento da vida queremos sim estar longe de tudo, longe de todos.....situação  mais rara mas acontece. Em maior ou menor grau.

Mas é foda quando a gente procura ser bom e correto com os outros e na devolutiva receber apenas socos e pontapés. Ou  indiferença. Esta nos derruba bixo.

E é neste instante que tenho medo de ser mais um, que tenho medo de ser um só.

domingo, 24 de maio de 2020

Monet

Trabalhar ao ar livre não é uma invenção dos pintores franceses da segunda metade do século 19. Suas origens remontam à Itália do último quarto de século 18.   

O artista que persegue com maior coerência e continuidade, no período de quase 70 anos de trabalho, o sonho de capturar a fugacidade do tempo, manifesta na inexorável variação da luz, é Claude Monet.
O despertar do artista destinado a se tornar um dos expoentes máximos da cor na pintura se deu com o desenho – mais exatamente, caricaturas.
Com Monet desaparece o último protagonista do impressionismo, o artista que, mais do que qualquer outro, construiu sobre o princípio da pintura ao ar livre uma nova ideia de visão e do espaço pictórico. Uma herança que o tempo se encarregou de tornar mais rica e complexa – e que é a maior contribuição do artista para a arte do século 20.

sábado, 23 de maio de 2020

Os 13 livros e as séries que Bill Gates recomenda na pandemia do COVID-19


Os 13 livros e as séries que Bill Gates, co-fundador-da-microsoft-recomenda-para-escapar-de-realidade-da-pandemia

1.     The Choice (lançado no Brasil como A Bailarina de Auschwitz, pela editora Sextante), de Edith Eger: "Trata-se, em parte, de um livro de memórias da autora e um guia para processar o trauma", diz Gates
2.       Cloud Atlas (Atlas de Nuvens, ed. Companhia das Letras), de David Mitchell: é um romance do "melhor e ao pior da humanidade".
3.       The Ride of a Lifetime, de Bob Iger, com "as lições aprendidas em 15 anos como CEO da The Walt Disney Company" (Iger passou o cargo para Bob Chapek em fevereiro passado), é o "melhor livro de negócios" que Gates leu nos últimos anos.
4.       The Great Influenza, (A Grande Gripe, ed. Intrínseca) de John M. Barry: é um livro de história da pandemia da gripe espanhola de 1918. Apesar de transcorridos mais de 100 anos, "é um bom lembrete de que ainda estamos enfrentando muitos dos mesmos desafios", diz Gates.
5.       Good Economics for Hard Times, de Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo: Os autores são, juntamente com Michael Kremer, os vencedores do Prêmio Nobel de Economia de 2019, e o livro trata de desigualdade e divisões políticas.
6.       The Headspace Guide to Meditation and Mindfulness (O Guia Headspace para Meditação e Mindfulness, ed. BestSeller)de Andy Puddicombe: "Durante anos, eu era cético em relação à meditação. Agora faço sempre que posso", diz Gates em seu blog.
7.       Moonwalking with Einstein (A Arte E A Ciência De Memorizar Tudo, ed. Nova Fronteira), de Joshua Foer: é um livro sobre como a memória funciona e técnicas para otimizá-la.
8.       The Martian (Perdido em Marte, ed. Arqueiro), de Andy Weir: um romance que virou filme, estrelado pelo ator americano Matt Damon. Sua trama tem semelhanças com o tratamento do novo coronavírus, analisa Gates.
9.       A Gentleman in Moscow (Um Cavalheiro em Moscou, ed. Intrínseca), de Amor Towles: romance sobre um homem que está trancado em seu prédio, "uma situação que agora parece muito parecida à que estamos vivendo", diz Gates.
10.   The Rosie Trilogy, (dois livros da trilogia foram lançados no Brasil pela editora Record: O Projeto Rosie, O Efeito Rosie) de Graeme Simsion: Trilogia "para rir alto", descreve Gates. "O protagonista descobre que ele não é tão diferente dos outros. Melinda (Gates, mulher de Bill Gates) me recomendou, sou grato a ela por isso", assinala.
11.   The Best We Could Do (O Melhor que Podíamos Fazer, ed. Nemo), de Thi Bui: é um "romance profundamente pessoal que explora o que significa ser pai e refugiado", diz Gates.
12.   Hyperbole and a Half: Unfortunate Situations, Flawed Coping Mechanisms, Mayhem, and Other Things that Happened (Hyperbole and a half: Situações Lamentáveis, Caos e Outras Coisas que Me Aconteceram, ed. Planeta), de Allie Brosh: Esse é outro livro para rir muito. "Divertido e tremendamente inteligente", diz Gates sobre a obra, que destaca os contratempos da vida cotidiana.
13.   What If?: Serious Scientific Answers to Absurd Hypothetical Questions (E Se? - Respostas científicas para perguntas absurdas, ed. Companhia das Letras) e XKCD Volume 0, ambos de Randall Munroe: "Este ex-engenheiro da Nasa transforma lições de ciência não convencionais em quadrinhos super atraentes", diz Gates
Entre as séries de televisão, ele recomenda A Million Little Things (Um Milhão de Coisas), um drama familiar americano, This Is Us, sobre a vida familiar e as conexões de várias pessoas que compartilham o mesmo aniversário, e Ozark, outro drama americano sobre um esquema de lavagem de dinheiro
E "na frente mais escapista" da realidade da pandemia, o filantropo recomenda um filme que diz ter visto mais de dez vezes: Spy Game (Jogo de Espiões), estrelado por Robert Redford e Brad Pitt. "Tem muitas boas surpresas", destaca

Josef Breuer (4)

Dever, propriedade, fidelidade, desprendimento, bondade, são soporíferos que induzem a pessoa a um sono tão pesado do qual ela só acorda, se é que acorda, bem no finalzinho da vida. Apenas para descobrir que jamais viveu.

Josef Breuer (3)

Estou tão cansado de servir, tão cansado de cuidar dos outros.
Devo ficar subjugado ao dever para sempre?
Devo, por toda a eternidade, viver uma vida que lastimo?
A vida prosseguirá sem mim.
De uma perspectiva cósmica, que diferença faz?

Não sou necessário para o drama da maioria das pessoas. Ninguém precisa de mim para sua existência. Todos continuam sendo o que são e vivendo as vidas que escolheram.

Às vezes, nada é tudo.

Josef Breuer (2)

Aprendi que tenho que viver agora, de modo que, aos cinquenta, não relembre arrependido os anos em que fui um quarentão.
Aprendi também que temos que viver como se fossemos livres. Ainda que não possamos escapar do  destino, temos que enfrentá-lo de cabeça erguida. Temos que desejar que nosso destino aconteça. Temos que amar nosso destino. 

Nietzsche (5)

"A relação conjugal só é ideal quando não é necessária para a sobrevivência de cada parceiro.

Para se relacionar plenamente com o outro você precisa primeiro relacionar-se consigo mesmo.
Se não conseguimos abraçar nossa própria solidão, simplesmente usaremos o outro como um escudo contra o isolamento. Somente quando consegue viver como a águia, sem absolutamente qualquer público, você consegue se voltar para outra pessoa com amor; somente então é capaz se preocupar com o engrandecimento do outro ser humano.

Então, se você for incapaz de desistir do casamento, então o casamento está condenado"

Nietzsche (4)

TODOS TEMOS NOSSOS CÃES SELVAGENS LADRANDO NO PORÃO

Nietzsche (3)

"Nenhum nicho. Não pertenço a nenhum lugar.
Não tenho nenhum lar, nenhum círculo de amigos com quem conversar todos os dias. Nenhum armário cheio de pertences, nenhuma família em torno da lareira.

Sou atormentado pelo pensamento de morrer sozinho.
Já pensou saber que, ao morrer, seu corpo poderá não ser descoberto durante dias ou semanas, até que seu cheiro avise algum estranho?"

Nietzsche (2)

"Ofereça a um amigo em sofrimento um lugar de repouso,
Mas cuide para que seja uma cama dura ou um leito de campanha"

Nietzsche (1)

Um home profundo precisa de amigos.
E meu maior desejo é uma amizade perfeita, uma amizade inter pares, entre iguais.

Josef Breuer (1)

"Perdi de vista o porquê de minha vida, o sentido disso tudo.
Preocupo-me com o envelhecimento.
Embora a cada dia me aproxime mais da morte, ela me aterroriza.
Mesmo assim, ideias suicidas às vezes invadem minha mente"

quinta-feira, 14 de maio de 2020

COVID-19 e o oportunismo dos Governos

A quarentena foi necessária para que as cidades, hospitais e prefeituras se organizassem e se estruturassem com respiradores, testes, medicamentos, protocolos de atendimento, mais leitos de UTIs,equipamentos de proteção...

O tempo foi dado. Tempo houve. Todos fizeram o seu sacrifício ficando em casa, sem produzir. O que foi feito, está feito. O que não foi, não nos iludamos: não o será mais.

Não vimos entrega de testes, não vimos testagens , não vimos entrega de novos
 leitos de UTIs equipados por parte do governo do RS.
O que vimos foram hospitais reformando equipamentos velhos e abrindo UTIs emergenciais. O que vimos foi uma vergonhosa falta de EPIs, e a comunidade e a iniciativa privada desesperadamente tentando ajudar com o pouco que tem, entregando máscaras, álcool e protetores faciais.

Ou seja, esperar que o governo faça algo é se iludir. 


Agora é hora de as pessoas do grupo de risco continuarem se protegendo em casa e os saudáveis em idade produtiva encararem seus medos e voltarem a trabalhar pra garantir o pão na mesa das famílias e os empregos. Caso contrário, morreremos não de COVID-19, mas de FOME.

Geração "X" versus Geração Millennial

No "meu tempo", quando mais novo, mertiolate ardia.
Hoje nem o mertiolate arde mais.

No meu tempo meus herói eram aqueles poucos ilustres que eu podia ver numa TV preto e branco, de vez em quando. (Mas meu grande herói era meu Pai, que viajava, ficava fora longo tempo e depois retornava sempre ao lar).
Hoje o herói é um americano dono de um site chamado Intercept que expõe publicamente conversas privadas de um Ministro de Justiça e não sofre nenhuma consequência,

No meu tempo o Juiz respeitava o Presidente.
Hoje o Juiz "peita" o Presidente.

No meu tempo eu trabalhava quando era criança, para aprender o ofício de meu Pai.
Hoje criança não pode trabalhar, tem que ficar no ócio, não deve aprender, mas "depender".

Lembro com carinho do "meu tempo". Mas me dou conta que hoje não é mais o meu tempo.
É o tempo desta nova geração.

Fico apenas pensando se preparei bem o terreno, se lancei a semente em terra fértil ou na areia. Se colaborei para deixar uma situação melhor do que aquela que recebi.

Sinceramente, não sei. Ou pelo menos acredito que sim, que dei o meu melhor, ainda procuro ser justo e perfeito em minhas atitudes e decisões e exemplos. Só não sei se é o suficiente.

Porque no meu tempo aluno respeitava professor.
Hoje aluno "peita" professor.

Equação complicada né?

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Ao povo dê pão e circo (Cesar, imperador de Roma).


Acredita-se que a plebe romana era controlada por meio de lazeres e diversão, para que assim não tivesse tempo livre para pensar em revoltas contra os Imperadores. Eram então sustentados pelo pão distribuído pelo Estado e divertidos pelos jogos de gladiadores apresentados nos anfiteatros. 

Os mais antigos (aqueles com maior experiência na vida), me permito excluir os Millennials (devido à sua pouca idade), devem lembrar dos filmes produzidos pela Paramount Pictures, 20th Century Fox e Columbia Pictures que tratavam da vida na civilização Greco-Romana.... São fortes as cenas nos filmes onde os cristãos são devorados vivos por leões nas arenas.

Nero(37-68 d.C), imperador de Roma, foi o primeiro e o mais cruel imperador romano a perseguir os Cristãos.

Mas o fato que quero destacar, o que mais me impressiona porém, e me impressiona muito nestes filmes, além dos massacres nas arenas, *é a multidão na plateia*, aguardando *ansiosamente, raivosamente, quase de uma maneira insana*, que os leões devorassem suas presas. Naturalmente, não sendo eles a estarem na linha de fogo, pão e circo parece uma coisa muito boa.

Nas lutas entre Gladiadores, bastava o Imperador levantar ou baixar o seu dedo para assim definir o destino do perdedor da luta. Ou seria benevolente e desagradaria o seu público, salvando a vida do perdedor, ou então autorizaria a execução. Simples assim: Polegar para cima = vida; polegar para baixo = morte. Sem julgamento, sem advogados, sem gravações e nem delações.

Mas vamos trazer esta lição ao momento presente:

O dedo continua existindo, só que hoje ele *é azul e virtual*.

As arenas se multiplicaram e hoje chamam-se *plataformas*.

A plateia não evoluiu muito: continua desejando pão e circo, da mesma maneira insana e raivosa. Com a diferença que hoje ela pode votar e ajudar a decidir o futuro dos envolvidos. Às vezes se acham no direito de decidir com as próprias mãos, infelizmente.

Creio que não evoluímos muito.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Verdade...

Mar calmo nunca fez bom marinheiro!

Eddie Vedder - Pearl Jam

Algumas frases célebres do vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, inclusas em suas músicas:

1. Eu sei que nasci e sei que vou morrer. O meio é meu (I am mine)
2. Eu conhecia todas as regras mas as regras não me conheciam (Guaranteed)
3. Eu sou um homem de sorte por contar nas duas mãos as pessoas que amo. Alguns não tem uma.
Outros não tem nenhuma (Just breathe)
4. Tal é o jogo do mundo que nunca se pode saber onde colocar toda a sua fé e como ela vai crescer. (Rise)
5. Eu não me importava antes de você estar aqui. Eu dançava gargalhando com a eternidade. (Sirens)
6. Eu acho que foram as surras que me fizeram sábio, mas não vou agradecer nem pedir desculpas. (Rear view mirror)
7. Aquele que esquece será destinado a lembrar. (Nothingman)
8. É uma arte viver com dor. (Love boat captain)

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