Já há muito tempo descobri que não sou Atlas. E que o mundo não repousa sobre minhas costas. Que a pessoas tem que tomar suas próprias decisões e que não sou eu quem irá decidir por elas, nem irei viver a vida delas para querer fazer isso. O mal de algumas pessoas é quererem decidir por nós, tomarem para sí o desígnio de nossa vida, através do controle, da raiva ou do medo. Sem saberem que podem imaginar que o tem (o controle), mas na verdade são ludibriadas pela fala ilusão projetada pelo companheiro.. e quando o muro desaba, o prédio rui, a gasolina acaba, buscam desculpas ou motivos os mais absurdos para tetar justificar a desgraça que elas mesmo causaram.
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